terça-feira, 7 de abril de 2009

Hitler

Na hora do recreio de uma escola primária na Áustria, um pequeno garoto sofria na mão de seus amiguinhos:

- Chuta o traseiro desse anão, Katz!

- Tá com medinho, Adolfinho?

- Eu tenho dinheiro pra comprar lanche e você não, seu cocô de anão!

- Ele trouxe pão com ovo de novo, Schwartz!

- Por isso que esse merdinha cheira a merda, Fritz.

- Não, não pode jogar no meu time, Adolf.

E assim foi a infância desse garoto. O problema é que ele cresceu com vários traumas e jurando vingança. E conforme ele ia ganhando poder, a Alemanha ia ficando cada vez menor. E ao expandir as fronteiras alemãs, crescia também sua loucura. O mundo parecia pequeno para este pequeno austriaco metido a alemão que se achava ariano. E queria criar uma raça superior. E no seu mundo superior, não cabia Fritzs, Schwartzs, Katzs e outros judeus, negros e comunistas. Porque para ele, judeus, negros e comunistas não eram seres superiores. Eram só seres. E sendo só seres, não serviam para nada, só como carvão. Foi aí que ele criou a Auschwitz-Treblinka Ltda, maior empresa de carvão do mundo. Com o monopólio do carvão, Hitler abastecia toda a Europa, África, Ásia e Américas Central e do Sul. Com medo de que a Alemanha se tornasse um império, os outros países do mundo iniciaram uma guerra, de proporções gigantescas, e que no final iria levar a morte milhões de pessoas, além de fragmentar a Alemanha, e bipolarizar o mundo, que agora estavam sob o comando dos bonzinhos democratas capitalistas, e dos malvados comedores de criancinhas comunistas.

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